Blog dum gajo do Porto acerca de gaijas, actualidade política e sem futebol. Aqui o marmelo não gosta de futebol

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

O baú mais explicito. È demasiado chocante?

O baú mais explicito. È demasiado chocante?

baú.

baú.


baú.

baú.


Exposição Colonial

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

Redassão:

> "O mano"

>
> Quando eu tiver um mano, vai-se chamar Herrare
porque Herrare é o mano.

> Eu vou gostar muito do meu mano.

> Fim.
>

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Poesia matemática...

O Einstein não diria melhor à namorada. . .

Quem 60 ao teu lado e 70 por ti, vai certamente rezar 1/3 para arranjar 1/2 de te levar para 1/4 e ter a coragem de te dizer: 20 comer!!!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

É mentira e grande falsidade que nós o homens vivamos apenas para a pila. Há vida para alem da pila, só que ainda ninguém descobriu qual: qual vida e qual a pila.
É certo que o centro do universo, ao contrário do que as mulheres infamemente afirmam, não é o nosso umbigo.
Mentira rematada!

É o pénis, senhoras. (adaptado da santa Isabel, em resposta ao marido)

Todos nós sabemos, e isto não é opinião (doxa) é saber (episteme) que o universo assenta não numa tartaruga, nos pilares da União Europeia, ou que vagueia solto no espaço infinito. Gira em torno dum pénis, erecto ou em descanso, e que esse pénis é o meu.

O pouco autopeniscentrista, Sousa da Ponte, quando se encontrou meditando sobre os mistérios da cosmogenia, do centro do universo, da rainha santa Isabel e de outros problemas quejandos enquanto olhava embevecido para o seu próprio pénis em redor do qual gira todo o universo. Só não sabe se no sentido retrógrado ou anterógado.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2006

Dicas para arruinar o ego dum homem:

Quando ele se despe e ela lhe vê o pénis:

Olha-lhe para o pénis e ri-se baixinho tentando disfarçar. Não precisa de dizer nada.

Frases terríveis:

- Sempre podemos ser amigos, não é?

- O tamanho não conta.

- Para mim o sexo não é tudo.


Durante a relação:

Gritar a pleno pulmões:

- Pedro, Pedro…! Quando ele se chama Joaquim.

- Ainda estas dentro?

- Telefonar a uma amiga.

No final:

Quando ele perguntou se gostou.

Silêncio de 30 segundos seguido de:

-Sim foi óptimo.
O adultério é completamente diferente quando praticado por homens ou mulheres. Nós os homens, e com muita vergonha o digo, somos bastante primários e não somos capazes de fazer planos muito elaborados.

A coisa é mais ou menos assim: um homem reage quase instantaneamente à perspectiva de dar uma por fora. Vê a pequena, oferece-se-lhe a possibilidade e lá vai ele com rabinho a dar a dar. Claro que chega a casa com o rabito ainda a dar a dar, o recibo do motel no bolso do casaco, uma meia ao contrário e com um ar de gozo que até faz doer.
Á primeira pergunta da mulher ele fica vermelho e começa a contar a reunião que teve de tarde com tantos pormenores que não deixa margem nenhuma de dúvida. Uma revista ao bolso, ao telemóvel e aos movimentos do cartão visa acabam com qualquer dúvida. Espera-o o sofá durante longos dias.

Quando uma mulher se decide pelo adultério faz a coisa bem planeada. Não utiliza o cartão. Duas semanas antes levantou o dinheiro para o quarto. Quando se despiu dobrou cuidadosamente a roupa e vestiu-se correctamente. Quando ele lhe pergunta onde esteve nessa tarde - ele telefonou e disseram-lhe que ela tinha saído ela fulmina-o :

- Nem te admito que duvides de mim. Eu não sou as suas amigas. Sou a sua mulher.

Isto dito a olha-lo nos olhos. Claro que nem lhe passa pela cabeça fazer mais perguntas.

Nada mais lhe resta que ir comprar um ramo de flores e pedir-lhe desculpa…senão sofá.
E também para o que lhe havia de dar: desconfiar dela.
O comportamento dos homens:

É-nos bastante difícil saber qual o comportamento correcto a ter e manter com as mulheres.

Parece que seja qual for o comportamento estamos sempre a perder, se não vejamos:

O tipo é um bocado para o bruto e se as coisas lhe cheiram mal levanta a voz e não se ensaia nada para dar um abanãozito à mulher :

É um bruto, um selvagem. Nem sei como ela o aguenta.

O tipo é bem-educado e incapaz de levantar a voz a mulher quanto mais dar um abanão:

É um banana, um frouxo. Nem sei como ela o aguenta.

No caso extremo da porrada. Se foi ele que deu:

Um criminoso, um selvagem. Cadeia com ele. Nem sei como ela o aguenta.

Se foi ela que deu é porque lá teria as suas razões. Só se perderam as que caíram no chão. Nem sei como ela o aguenta.

Quanto a adultério ou tentativas a coisa é mais ou menos assim:

Ele flirta com a menina da tabacaria e com as colegas:

É um mulherengo, só pensa em sexo. Não pode ver uma burra de saias. Nem sei como ela o aguenta.

Ele nunca flirta com ninguém:

É um encolhido parece que tem medos delas. Nem sei como ela o aguenta.

Ela flirta com os colegas e amigos.

Ele incomoda-se:

Tem ciúmes patológicos. Vê sexo em tudo e depois pensa que são todos como ele. Nem sei como ela o aguenta.

Ele não diz nada:

Um banana, se calhar é daqueles que gostam de ver a mulher com outro. Um tarado. Nem sei como ela o aguenta.



Ele é apanhado no Motel:

É um devasso, só pensa em mulheres. Um porco. Não me admirava que abusasse das filhas ou de meninos. Nem sei como ela o aguenta.

Ela é apanhada no Motel:

É porque ela tinha falta de alguma coisa em casa. Coitada. Ele praticamente meteu-a nos braços de outro. Nem sei como ela o aguenta.


Moral da história:

Como o resultado final é-nos sempre desfavorável vale mais ter o comportamento que nos der mais prazer. O resultado final é sempre o mesmo