Blog dum gajo do Porto acerca de gaijas, actualidade política e sem futebol. Aqui o marmelo não gosta de futebol

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Charles Aznavour e Compay Segundo

Guillermo Portabales

Mor Karbasi

Louis armstrong & Ella Fitzgerald

E despeço-me com o pré : fado, flamengo e tudo o resto.........

Né Ladeiras .... coisas boas e esquecidas.

Álvaro de Campos

O Mostrengo

MARIA BETHANIA - RECONVEXO

Oxum

Banda do Casaco

Banda do casaco. Tão esquecidos.

Cântico Negro de José Régio

FERNANDO PESSOA

Eros e Psique

José Martí

Rosalia de Castro

Luz Casal

Mercedes Sosa

quinta-feira, 26 de julho de 2012

E uma boa noite...

Che GuevaraContra ti se ergueu a prudência dos inteligentes e o arrojo [dos patetas A indecisão dos complicados e o primarismo Daqueles que confundem revolução com desforra De poster em poster a tua imagem paira na sociedade de [consumo Como o Cristo em sangue paira no alheamento ordenado das [igrejas Porém Em frente do teu rosto Medita o adolescente à noite no seu quarto Quando procura emergir de um mundo que apodrece Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"

Hoje deu-me para isto...

http://youtu.be/vL2eCx3JUeo

Grandes filmes....

La Lupe no seu melhor.

Grandes filmes e musicas.

Recordações do ....Ladino...

Uma canção duma "prima" que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente.

Muito mais em Castelano....mas tão lá de casa...

Não é em Ladino mas é lindo.

Hoje deu-me para o Ladino.

Em Ladino.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

sábado, 21 de julho de 2012

Pérola

http://youtu.be/G8ncA4IlFBQ

Economia...

Um economista finlandês decidiu analisar a correlação entre o tamanho do órgão sexual masculino e o crescimento económico, e uma das conclusões do estudo publicado é que onde o tamanho do órgão é maior, o crescimento económico é menor. No estudo publicado pelo Centro de Investigação Económica da Universidade de Helsínquia, e elaborado pelo economista Tatu Westling, é analisada a correlação entre o crescimento económico e o tamanho do órgão sexual masculino com recurso a dados estatísticos de 121 países entre 1960 e 1985. O economista, no trabalho intitulado, «Male Organ and Economic Growth: Does Size Matter?», explica que decidiu fazer esta análise porque a maioria dos estudos sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) se concentram em fatores políticos, económicos e sociais mas abstêm-se de fazer considerações biológicas e sexuais, e que este encontrou «ligações estatísticas robustas», recomendando no entanto cautela no uso desta hipótese até serem realizadas análises mais rigorosas, sendo este um primeiro passo. Ainda assim, o estudo demonstra, segundo o finlandês, que o crescimento e o nível do PIB per capita entre 1960 e 1985 não é indiferente às variações no tamanho médio do órgão sexual masculino, e que tem mesmo impacto económico. Em primeiro lugar, conclui-se que o PIB em 1985 regista uma relação em U invertida em relação ao tamanho do órgão sexual masculino, ou seja, o Produto Interno Bruto simplesmente colapsa nas regiões onde o tamanho do órgão sexual masculino excede a média de 16 centímetros, notando-se também que os países onde o tamanho do órgão é inferior a 12 centímetros são menos desenvolvidos. Em segundo lugar, as taxas de crescimento do PIB entre 1960 e 1985 estão negativamente ligadas ao tamanho do pénis: «o crescimento de um centímetro na sua dimensão física resulta na diminuição do crescimento do PIB entre os 5 e os 7 por cento entre 1960 e 1985», diz o estudo, que acrescenta que o tamanho do pénis consegue explicar 20 por cento da variação das taxas de crescimento do PIB nestes países no período de 25 anos em análise. O autor explica que este estudo só encontrou associações estatísticas e não causalidades, e como tal as discussões devem ser limitadas. Ainda assim, citando outros estudos, encontra duas abordagens possíveis, uma delas biológica, com o tamanho do pénis ligado à testosterona, que por sua vez está ligada à propensão para a tomada de riscos, e uma mais freudiana centrada na autoestima, com este a argumentar que os países com médias maiores teriam menos horas de trabalho e um PIB menor. Com algumas reservas quanto ao resultado, o autor diz também que a estatística demonstra que o tamanho do órgão sexual masculino é mais determinante no desenvolvimento económico que o regime político do país. http://www.tvi24.iol.pt/acredite-se-quiser/finlandes-economia-penis-tvi24-estudo/1362893-4088.html