sábado, 31 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
sexta-feira, 10 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
terça-feira, 11 de maio de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
O Sousita em Santiago de Compostela
O Sousa em Santiago de barriga cheia
domingo, 21 de março de 2010
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O Sousa, já em Portugal, a debitar disparates no Porto Canal.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Bichezas
Mosquitos, libelinhas, lagartos, moscas, gatos, cães, pássaros, crocodilos, hipopótamos, baratas e outras bichezas não compreendidas nem classificadas em qualquer taxinominia e para as quais nenhuma árvore da vida foi feita, para as quais nenhuma assertividade foi criada, conjuram-se para fazer a vida negra ao pula em terras de África.
Custa-me é, por mera repugnância, ou medo idiota matar bichezas que nunca me fizeram mal nenhum.
Matei hoje uma libelinha, por cobardia magoei gravemente um lagarto, e atropelei bichezas várias.
Dos mosquitos, dos quais mais dia, menos dia hei-de apanhar malária, não me fica qualquer remorso.
Das moscas também não. O produto que deitei nos cortinados é eficiente. Morrem antes de me chatearem e de me pegarem a doença do sono.
E as aranhas, senhor?
São pequenitas e parecem-me simpáticas porque comem mosquitos.
Ainda não somos íntimos mas já me parecem simpáticas.
Temos algo em comum: os mosquitos.
Reflexão, já um pouco etílica – diga-se em abono da verdade – depois de uma ida à roulotte (é assim que se escreve?) cerca das duas horas da manhã.
Perto de minha casa há uma roulotte aberta toda a noite. Tão aberta toda a noite como a loja de conveniência igualmente aberta toda a noite. Meia volta volta e meia fecham uma e outra. Felizmente raramente as duas ao mesmo tempo.
O proprietário da roulotte está sempre perto do coma alcoólico e é muito simpático com o único pula que vai beber um copo a estas horas. Compro duas cervejas e ele oferece-me um whisky duplo. Coisa que a preços locais orça os dez euros.
Reclama porque lá vou pouco.
Estamos, como não poderia deixar de ser, em cima de lixo e o trânsito é caótico. Um SUV da Lexus quase destrui uma Hiace dum candongueiro (táxis semi-legais que transportam até 15 passageiros numa Hiace) na fila da gasolina.
Como se diz aqui: não tem maka, o man não chegou a entrar no prejuízo.
Chegou a polícia depois e levou um tipo. Fiz-me de morto e nem olharam para mim. É que nestas coisas entre polícias e ladrões venha o diabo e escolha.
Socializei um bocado e vim embora.
O local é simpático e a companhia óptima. Para Angola, é claro, que o ultimo amigo que lá levei, e era muito mais cedo, saiu borradito de medo.
Também ele é duma cidade pacífica. Nasceu e viveu em S.Paulo.
Um sinal, por acaso grave, de insanidade é achar este tipo de coisas normais. Diz ele e eu comungo.
Por favor:
Quando eu achar tudo isto normal metam-me num avião.














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