quinta-feira, 27 de maio de 2010
Bancos e RSI
Gostava de saber.
Eu apostava em dez minutos.
No entanto quem sabe ?
Alguém consegue determinar?
E já que agora:
A quantos minutos de lucro da banca ( até ao segundo) corresponde a economia no subsidio de desemprego ?

E se o sacana do Zé Povinho se chateace a sério com :
A gasolina estar ao preço agora de da crise do petróleo há um ano ?
Estar a pagar os erros duns gestores, médios, duma empresas ?
Da inépcia dos governantes de fazerem o que é suposto ?
Para os mais ingénuos os governantes deveriam governar.
E se , pior que tudo o anterior, não quisesse governantes hipócritas que até reduzissem os ordenados, mas que ganhando bem fossem bons?
Era uma porra do caraças.
Isto o melhor é reduzir 5% aos ordenados dos políticos, tirarem as viagens em primeira e continuem com a mediocridade que existe.
É que se passamos a critérios de mérito, mesmo pagando bem, só o Zé Povo ganhava.
Os Steinbroken do país, entre os c´est grave , excesivement grave, iam perder o emprego. Não o trabalho.
Bacalhau a pataco e rendimento mínimo.
As crianças, os idosos e os trabalhadores correspondem a 77% dos mais de 400 mil beneficiários do rendimento social de inserção (RSI). Apenas 23% são "empregáveis", o que, para o sociólogo Eduardo Vítor Rodrigues, revela a "hipocrisia" do debate político.
O "discurso populista" de ataque ao RSI é, a par da crise, um dos principais entraves ao sucesso da medida, que nasceu há 14 anos para combater a pobreza extrema. No momento em que muito se fala da obrigatoriedade dos beneficiários do RSI prestarem tributo à sociedade, os números clarificam que a exigência nem sequer seria aplicável à maioria das pessoas. Cada beneficiário recebe, em média, 89 euros por mês. Por família, o contributo médio é de 242 euros. Pelo menos em 31% dos casos, o subsídio serve para complementar um ordenado muito baixo.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
A crise...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sala onde se pode fumar no Hotel Plaza.
hotel Lisboa Plaza (8).JPG
Estas imagens foram enviadas pelo Google com o Picasa.
Experimente aqui: http://picasa.google.com/
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Poesia
PAISAJE CON MUJER EN MEDIO
La lluvia deposita
sus puntos suspensivos sobre el cemento.
A manos de parejas y delincuentes habituales
empiezan a florecer los paraguas.
La sombra de un árbol en la otra orilla
cruza el río temblorosa
hasta rozarme los zapatos.
El cráneo de la luna nos observa incrédulo.
Las campanas de la tarde
marcan los últimos latidos de la anciana ebria
que se deja diluir lentamente bajo el puente.
Los niños envejecen de golpe.
YENNY PAREDES
Poeta, grafiteira, desenhista, diretora da revista “Ciudad Circular”, docente do Instituto de Lingüística e Literatura da Universidad Austral de Chile, é uma das autoras mais notáveis de sua geração no Chile.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Mais do Crime do Padre Amaro
-E cá pelo nosso canto parece que começam tambem essas idéas... O conego assim o ouvira. Então indignaram-se contra essa turba de maçons, de republicanos, de socialistas, gente que quer a destruição de tudo o que é respeitavel--o clero, a instrucção religiosa, a familia, o exercito e a riqueza... Ah! a sociedade estava ameaçada por monstros desencadeados! Eram necessarias as antigas repressões, a masmorra e a forca. Sobretudo inspirar aos homens a fé e o respeito pelo sacerdote. --Ahi ó que está o mal, disse Amaro, é que nos não respeitam! Não fazem senão desacreditar-nos... Destroem no povo a veneração pelo sacerdocio... --Calumniam-nos infamamente, disse n'um tom profundo o conego. Então junto d'elles passaram duas senhoras, uma já de cabellos brancos, o ar muito nobre; a outra, uma creaturinha delgada e pallida, d'olheiras batidas, os cotovêlos agudos collados a uma cinta d'esterilidade, _pouff_ enorme no vestido, cuia forte, tacões de palmo. --Caspitè! disse o conego baixo, tocando o cotovêlo do collega. Hein, seu padre Amaro?... Aquillo é que vossê queria confessar. --Já lá vai o tempo, padre-mestre, disse o parocho rindo, já as não confesso senão casadas!
O Crime do padre Amaro.
Depois procurava socegar, retomar a direcção das suas faculdades, applical-as todas a achar uma vingança, uma boa vingança! E voltava então o antigo desespero de não viver no tempo da inquisição, e com uma denuncia de irreligião ou de feiticeria, mandal-os ambos para um carcere. Ah! n'esse tempo um padre gozava! Mas agora, com os senhores liberaes, tinha de vêr aquelle miseravel escrevente a seis vintens por dia apoderar-se-lhe da rapariga--e elle, sacerdote instruido, que podia ser bispo, que podia ser Papa, tinha de vergar os hombros e ruminar solitariamente o seu despeito! Ah! se as maldições de Deus tinham algum valor--malditos fossem elles! Quereria vêl-os cheios de filhos, sem pão na prateleira, com o ultimo cobertor empenhado, resequidos de fome, injuriando-se,--e elle a rir-se, elle a regalar-se!...




